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quarta-feira, 6 de março de 2013

Acabou a novela dos bancos que vai gerenciar nossas contas. E o Servidor ganha o que com isso?

Finalmente acabou o duelo entre a Caixa Econômica e o Banco Bradesco de gerenciar a conta dos Servidores do Município de Salvador.
O duelo começou quando a CEF se interessou em assumir a gerencia das contas do funcionalismo público municipal, e o Bradesco não queria perder essa fatia do bolo que gira em torno de 2 bilhões de reais, e cobriu a proposta da CEF em 120 milhões.

Muitos colegas estavam preocupados porque diziam que há agencias do Bradesco e caixa eletrônico em tudo quanto é lugar, e a caixa econômica é o grande mal das filas enormes, mas a compensação é que os empréstimos e financiamentos oferecidos pela CEF são muito tentadoras por causa dos baixíssimos juros, principalmente para a habitação para quem é servidor público com conta salário aberto no referido banco.

Mas com toda essa discussão ninguém atentou na seguinte questão?

Com toda essa novela o que vem de bom para os nós servidores?

A resposta é NADA!

Tudo bem que o banco vai injetar 120 milhões na capital, mas é com os nossos vencimentos. Vamos ter que benefício, com que fatia do bolo vamos ficar? 

A resposta é nem com os farelos!!! Mas sim com a bandeja suja pra lavar...


A prefeitura deveria pensar mais nos seus servidores. Porque junto com os valores acordados não forneceu um plano de aposentadoria privada com valores diferenciados abaixo do mercado para os servidores? O Bradesco tem o Plano de Saúde chamado Bradesco Saúde, porque não abriu brechas para o servidor entrar nesse plano de saúde que é ótimo por sinal.
Podia-se oferecer plano de financiamento habitacional e financiamento de veículos com juros menores do que o de mercado, a redução ou até isenção nas taxas administrativas. O Banco do Brasil age dessa forma. Colegas é fluxo de 2bi, é muito dinheiro e é  NOSSO que vai para os bolsos de um banco para "administrar" e não temos algum retorno para isso...

Lamentável!!!

"Os políticos não conhecem nem o ódio, nem o amor. São conduzidos pelos interesses e não pelo sentimento." 
Philip Chesterfield
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