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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Super Secretário de ACM Neto (DEM), acusado de desviar 40 milhões da educação, pede demissão e sai da SEMGE.

O "Super Secretário", como era chamado Alexandre Paupério, conhecido pelos Agentes de Saúde como o Feitor do Faraó ACM Neto (DEM), do Império da Terra do Dendê (Salvador), pediu demissão, depois de denunciado mais de R$ 40 milhões da Educação no município de Salvador. Veja a matéria abaixo:
O secretário municipal de Gestão de Salvador, Alexandre Pauperio, pediu exoneração ao prefeito ACM Neto nesta quarta-feira (30). Pauperio agradeceu o apoio e a oportunidade que recebeu de Neto e informou que vai se dedicar mais à família, além de retomar os estudos na área de administração.

Em nota divulgada pela prefeitura, Pauperio diz que foi uma honra participar da gestão e que acredita que contribuiu de maneira importante nas áreas de orçamento, gestão de pessoas e previdência, entre outras.

O prefeito agradeceu ao secretário pela participação na gestão. "Em dois anos e nove meses conosco, Alexandre fez um excelente trabalho, ajudando a modernizar a Prefeitura. Se hoje temos uma gestão equilibrada e com recursos em caixa para fazer obras e atender aos anseios da população, devemos muito à atuação de Pauperio", diz Neto, que desejou ainda sorte ao agora ex-secretário.

Denúncia

O ex-secretário e mais 13 pessoas fazem parte de uma ação de improbidade administrativa por desvio de verbas ajuizada este mês pelo Ministério Público Estadual (MP-BA). De acordo com a denúncia, foram desviados mais de R$ 39 milhões referentes a contratos firmados entre a Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esportes e Lazer (Secult) e a Fundação Escola de Administração (FEA), entre 2009 e 2012, durante gestão do ex-prefeito João Henrique.

Durante o tempo de vigência dos contratos, foram repassados ao todo R$ 123.711.824,00 à FEA, segundo o MP. A ação aponta irregularidades na contratação de terceirizados na rede de ensino municipal e na compra de materiais sem licitação.

Os promotores afirmam ter identificado vícios em vários contratos, fraudes em cotações de preços, terceirização irregular do serviço público e irregularidade na prestação de contas. Além disso, várias empresas contratadas tinham no quadro de sócios as mesmas pessoas, incluindo o secretário Paupério. Estes empresas firmaram com a FEA 17 contratos sem prova de uma prestação de serviços de fato.

Paupério disse na época que não tinha conhecimento da denúncia e aguardava informações mais detalhadas da ação. Mesmo assim, "refuta eventuais irregularidades" e se coloca à disposição para esclarecimentos sobre os serviços prestados.

A FEA, cujo superintendente Luiz Carlos Marques de Andrade Filho é acusado de enriquecimento ilícito, também se manifestou. "Em 2009, a FEA celebrou convênio com a Prefeitura Municipal de Salvador seguindo todos os trâmites e requisitos legais, que foram aprovados pela Procuradoria do Município. Atendendo às exigências do instrumento de convênio, a FEA realizava prestação de contas mensais, que foram todas devidamente validadas pela Prefeitura. Contudo, ainda estamos aguardando a leitura da peça de acusação, para mais esclarecimentos, pois somente tomamos conhecimento deste fato pela imprensa", diz.

O MP pede a condenação dos envolvidos com consequente perda da função pública, ressarcimento dos danos, suspensão de direitos políticos, multa e, para a FEA, proibição de celebrar contratos com o poder público.
Fonte: Jornal Correio


Minha humilde opinião:

Foi esse secretário que humilhou e ofendeu os agentes de saúde ao chamá-los de analfabetos. Com certeza não deixará nenhuma saudade aos agentes de saúde.

Agora queremos que ele devolva tudo o que foi tirado da sociedade soteropoitana.

Aliás, somente quem terá saudade do Super Secretário, são os presidentes das Associações de Salvador que se venderam a ele, que nem se manifestaram nos seus meios de comunicação.
Esses devem estar em prantos, porque afinal no colo de quem vão sentar se o PAUpério saiu... Kkkk (desculpem o trocadilho)....

"A vaidade é um princípio de corrupção."
Machado de Assis
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